Música antiga, uma utopia ou uma conquista?
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“A Música Antiga e a Máquina do Tempo: Redescoberta, Releitura, Reinvenção” é o mote da conferência programada para este Sábado, na Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres. Integrada no Festival Terras sem Sombra. A conferência é proferida por Rui Vieira Nery. A iniciativa resulta da parceria entre o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja e o Município de Beja.
Pensado como uma pequena “história da música” em que cada um das suas edições constitui um novo capítulo desse magno livro, o Festival Terras sem Sombra de Música Sacra apresenta todos os anos uma conferência de fundo, destinada a servir de enquadramento à programação da respectiva temporada. “A Música Antiga e a Máquina do Tempo: Redescoberta, Releitura, Reinvenção” é o tema que irá ser desenvolvido por Rui Vieira Nery, professor da Universidade de Évora, este Sábado, pelas 17h30, na igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Beja, um dos espaços clássicos do Festival.
Rui Vieira Nery encontra-se ligado, desde a génese, ao Festival Terras Sem Sombra de Música Sacra do Baixo Alentejo, que tem nele um observador muito atento. Em edições anteriores já traçou as coordenadas de grandes correntes da música do mundo. Agora, em Beja, irá explorar o diálogo entre as sonoridades do passado e as vivências estéticas, nem sempre as mais profundas, dos dias de hoje.
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