Agricultores contestam morosidades no PDR 2020

A autoridade de gestão do PDR 2020 – Programa de Desenvolvimento Rural não consegue dar resposta às necessidades dos agricultores. A denúncia parte da CAP – Agricultores de Portugal.

A Confederação dos Agricultores de Portugal agendou para esta tarde, nas instalações do Nerbe/Aebal, em Beja, uma sessão de esclarecimento sobre o ponto de situação e perspectivas da PAC – Política Agrícola Comum.

Luís Banha, responsável pelo Centro de Informação Rural de Beja da CAP, disse à Rádio Pax que há uma “vontade enorme” dos empresários para investirem que “não se coaduna” com a resposta da entidade gestora do PDR2020.

Os agricultores queixam-se do elevado tempo de espera entre a submissão, a analise e a contratualização dos projectos.

A seca e as alterações climáticas são outras das matérias em debate.

A CAP defende a abertura de projectos de investimento para minimização dos eleitos da seca e contesta a morosidade dos serviços. De acordo com Luís Banha, a atribuição de uma licença de abeberamento para o gado pode demorar 3 meses.