Alunos da cidade esperam boas notas nos exames nacionais

A primeira fase dos exames nacionais está quase a terminar. No país, mais de 35 mil estudantes foram a provas.

A Rádio Pax saiu à rua e foi saber a opinião dos alunos.

Madalena Morgadinho, 17 anos, natural de Beja e estudante na Escola Secundária Diogo de Gouveia, fez na semana passada, exame de Matemática A.  A prova correu bem e espera “uma boa nota”.

Pretende tirar medicina veterinária e conseguir entrar na Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora.

No futuro, Madalena quer ser veterinária de espécies pecuárias para exercer na região Alentejo.

Apesar da pandemia, considera que o ano letivo “correu bem” porque os “professores ajudaram muito e disponibilizaram-se para dar aulas em horas extra para pôr a matéria em dia”.

Miguel Santos, 17 anos, residente em Beja e também estudante na Escola Secundária Diogo de Gouveia realizou exame de MACS- Matemática Aplicada às Ciências Sociais e está satisfeito com a forma como correu a prova.

Quer ser militar e espera conseguir estudar na Academia Militar ou no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna.

O ano letivo “correu bem, dentro do possível”. Miguel diz que “trabalhou desde o início e por isso a notas foram as esperadas”. “Apesar da pandemia não foi muito prejudicado”.

Mariana Guerreiro, 20 anos é natural de Beja.

Realizou exame de Biologia e Geologia na Escola Secundária D. Manuel I e “espera que dê para passar” porque foi “semelhante a provas de anos anteriores”.

Mariana não acompanhou o ano letivo como os restantes alunos, porque estava “apenas a fazer melhoria de nota”, ainda assim diz ter sido [um ano escolar] “atípico”, porque nas aulas pela plataforma Zoom a “concentração é difícil”.

Pretende seguir medicina veterinária na Faculdade de Medicina Veterinária na Faculdade de Lisboa.

David Olho Azul, 17 anos, residente em Beja e estudante na Escola Secundária D. Manuel I fez exame de Biologia e Geologia.

A prova “correu bem”. Quer continuar a estudar e ingressar no ensino superior, mas ainda não sabe o curso que quer seguir.

Apesar de todos os entraves que a pandemia da Covid-19 causou, “este ano letivo correu melhor que o ano passado”. Ainda assim, David considera que “as aulas online podiam ter sido melhores”, porque os “alunos trabalharam menos [a partir de casa]. Se fossem para a escola, teriam de trabalhar mais”.

“A pandemia dificultou a aprendizagem, mas os professores mostraram-se sempre disponíveis e prontos para ajudar”.