Amianto nas escolas volta a motivar intervenção do SPZS

Segundo o Sindicato, as más condições “tendem a eternizar-se, não obstante as diversas iniciativas públicas de denúncia”.

A presença de amianto é uma das preocupações dos professores, numa altura que passam seis anos da entrada em vigor da lei que impõe a sua remoção dos equipamentos públicos.

Depois de em 2014 ter apresentado queixa a várias entidades europeias e de contactos com o Ministério da Educação, o SPZS vai novamente dirigir-se ao Governo no sentido de exigir uma solução para um problema que considera “afectar a saúde de toda a comunidade escolar”.

Para além da Secundária de Serpa, estão em causa também a Secundária de Castro Verde, a Escola Básica Integrada de Vila Nova de S. Bento e as Escolas Mário Beirão e Santiago Maior, em Beja.