ASPIG defende mudança no regulamento das habitações sociais da GNR

A Associação considera existir uma “gritante injustiça social” na ocupação das habitações sociais.

“Muitas casas em zonas privilegiadas de Lisboa estão ocupadas por militares da GNR – muitos na reserva e na reforma – que as adquiriram sem ter sido levado em linha de conta as necessidades de ordem pessoal, vencimento auferido ou declaração de rendimentos” denuncia a ASPIG em nota enviada às redacções.

“Por outro lado existem militares de classes profissionais inferiores em estado de insolvência individual ou auferindo ordenados miseráveis, incapazes de sustentar o agregado familiar impedidos de usufruírem de uma habitação dos Serviços Sociais”, prossegue a Associação que reclama um novo regulamento ou a suspensão imediata da obrigatoriedade dos descontos para os SSGNR.

José Alho, presidente da ASPIG, realça que a situação afecta também os militares de outros pontos do país impedidos de usufruírem das habitações na capital no caso, por exemplo, de deslocações por motivos de saúde.