ASPIG preocupada com agressões a militares da GNR

Os militares e os agentes são vítimas de agressões, coação e desobediência, garante a Associação.

Na opinião da ASPIG, “esta tipologia de crimes reveste-se de melindres particulares uma vez que constituem – para além de atentados à integridade física e à vida dos elementos das Forças de Segurança – ofensas directas à sociedade e aos seus órgãos”.

A Associação entende que a problemática não pode ser “tratada ao sabor de mutações dos detentores de poder político, em razão de certos interesses, e de uma certa complacência dos Comandos para se conformarem com a situação (…)”.

Numa nota enviada à Rádio Pax, a ASPIG frisa que “nesta matéria, também os tribunais parecem pouco sensíveis pois as suas oscilações e dúvidas, na apreciação do impacto que tal criminalidade provoca na tranquilidade dos cidadãos, são disso o exemplo”.

José Alho, presidente da ASPIG, afirma que as agressões aos elementos das forças de segurança devem ser punidas pelas próprias forças e pelos Tribunais.