Obras na Secundária de Castro Verde obrigam a adaptação da comunidade escolar

Depois de um ano letivo anterior muito marcado pela pandemia Covid-19, o regresso às aulas, em Castro Verde, acontece num contexto de adaptações a novos espaços, resultantes do início das obras da Escola Secundária.

Apesar de decorrer, ainda, com constrangimentos decorrentes da pandemia, as principais alterações ao funcionamento do ano escolar prendem-se com a criação de novos espaços de aula e com a reorganização dos serviços de secretaria do Agrupamento.

Devido à intervenção que acontece na Secundária da vila, os cerca de 900 alunos matriculados no Agrupamento de Escolas de Castro Verde distribuem-se pelo Centro Escolar nº1, pela Escola Básica Dr. António Francisco Colaço – que acolhe, temporariamente, a sede do Agrupamento e por três espaços municipais: o Fórum, o In Castro e a Biblioteca Manuel da Fonseca.

David Marques, vereador na autarquia castrense com o pelouro da Educação, salienta que neste processo de adaptação tem sido fundamental o trabalho e dedicação de todos.

A obra na Escola Secundária tem um prazo estimado de 18 meses, recorda o vereador. David Marques assegura que as alterações no funcionamento deste ano letivo e de parte do próximo “são contingências naturais de uma necessidade reconhecida por todos”.