Segundo o INE, a azeitona para azeite deverá conhecer um aumento de 25% face a 2014 e a azeitona de mesa um crescimento de 15%. De acordo com o Instituto, a precipitação dos últimos meses promoveu o aumento do calibre dos frutos nos olivais de sequeiro.
Também a produção vitivinícola beneficiou das primeiras chuvas outonais (mais 10% que na vindima anterior). O INE revela que as uvas chegaram às adegas “em bom estado sanitário, com uma boa relação película/polpa, o que permite antecipar a produção de vinhos de boa qualidade, equilibrados no grau alcoólico e com baixa acidez”.
A produção de girassol está em crescendo (21 mil toneladas), ao contrário do milho que deverá sofrer uma diminuição devido essencialmente à redução “muito significativa” da área semeada (713 mil toneladas, menos 21% que em 2014).
Os prados e pastagens encontram-se em reinício de ciclo. A precipitação ocorrida ao longo do mês, conjugada com as temperaturas amenas, favoreceu a germinação e o crescimento da vegetação semeada. Apesar disso, na maioria das explorações, continua a haver a necessidade de recorrer aos alimentos grosseiros armazenados para satisfazer as necessidades forrageiras, em particular para as espécies pecuárias de maior porte, e em quantidades superiores às do ano anterior.