“Património é factor de desenvolvimento” para as Misericórdias

A salvaguarda do património é uma das três áreas fundamentais de intervenção da União das Misericórdias Portuguesas.

“O património é factor de desenvolvimento, de criação de emprego e de valorização do território”, sublinhou Manuel de Lemos, presidente do Secretariado executivo da União das Misericórdias Portuguesas, em Beja, nas VI Jornadas de Museologia nas Misericórdias.

Os trabalhos reuniram vários especialistas na cidade, em torno da salvaguarda do património.

O Hospital Grande de Nossa Senhora da Piedade e a Capela de Nossa Senhora da Piedade, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Beja, têm um papel incontornável na história da cidade. A Santa Casa tem em curso o projecto de criação do Museu da Farmácia.

As Misericórdias têm a “obrigação” de desenvolver e promover o seu património, frisou João Paulo Ramôa, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Beja.

Paulo Arsénio considera necessário aproveitar o que a cidade tem para “projectar” o território em termos turísticos.

O presidente da Câmara de Beja enalteceu nas Jornadas o trabalho feito pela Misericórdia de Beja e a cooperação existente entre as instituições do concelho.