Paulo Arsénio herdou “um concelho degradado” há quatro anos

“Aproveitar até ao limite os fundos comunitários” será uma das principais apostas de Paulo Arsénio, atual presidente da Câmara de Beja, que se volta a recandidatar para mais um mandato.

Sem querer avançar com pormenores sobre o programa eleitoral, o autarca garante que o “primeiro mandato foi genericamente bem conseguido” e por isso volta a estar “presente para a chamada”. As linhas da candidatura serão apresentadas no final do mês de junho.

O candidato diz ter “herdado” do anterior executivo um “concelho extremamente degradado em termos de vias de comunicação, dos edifícios públicos e das suas estruturas”.

Nestes quatro anos, “o município executou ou está a executar investimentos, empreitadas, equipamentos e ajustes diretos simplificados num valor total de 15 milhões de euros”.

De fora deste valor ficam obras como o novo edifício do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL), ou o fórum romano.

O atual presidente da Câmara de Beja refere que “ao longo destes quatro anos foram lançados concursos como a melhoria do IP8, e a eletrificação da ferrovia, que já deviam ter sido lançados há nove ou dez anos”

Para o autarca, o “atraso não é de agora, é de há muitos anos atrás e nessa altura não era o Paulo Arsénio, nem sua equipa que estavam na Câmara Municipal”.

Quanto à construção da segunda fase do hospital, a expetativa, do candidato do PS “é que possa avançar no próximo mandato, no entanto, o hospital público de Beja “não é da responsabilidade da Câmara Municipal”, porque se assim fosse, “as autarquias que durante 40 anos pertenceram a outro partido, certamente já teriam realizado a segunda fase do hospital de Beja”, diz Paulo Arsénio.