SPZS responsabiliza Câmara de Beja pelos problemas na Mário Beirão

A Escola Mário Beirão, em Beja, foi obrigada a fechar as portas depois das inundações ocorridas na esta passada. Aquele estabelecimento de ensino está a ser alvo da remoção das coberturas de amianto. A chuva que caiu, ontem, no momento em que as velhas coberturas foram retiradas e a nova cobertura não estava instalada provocou estragos, sobretudo ao nível dos tetos falsos.

Em nota de imprensa, o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) considera “inaceitável que, num ano letivo em que se verificou a necessidade de elaborar um Plano de Recuperação das Aprendizagens para fazer face às sucessivas interrupções e danos para as aprendizagens dos alunos resultantes da pandemia, a Câmara Municipal de Beja não tenha acautelado o cumprimento dos prazos das obras de remoção do fibrocimento (amianto), optando por realizar as obras no período de aulas (…)”.

O Sindicato acrescenta que pediu informação à entidade responsável pela obra, a Câmara Municipal de Beja, sobre “o modo como fora preparada a intervenção na escola e se estavam a ser tomadas as precauções previstas na legislação”.

A Escola Mário Beirão, em Beja, foi obrigada a fechar as portas depois das inundações ocorridas na esta passada. Aquele estabelecimento de ensino está a ser alvo da remoção das coberturas de amianto. A chuva que caiu, ontem, no momento em que as velhas coberturas foram retiradas e a nova cobertura não estava instalada provocou estragos, sobretudo ao nível dos tetos falsos.

Em nota de imprensa, o Sindicato de Professores da Zona Sul (SPZS) considera “inaceitável que, num ano letivo em que se verificou a necessidade de elaborar um Plano de Recuperação das Aprendizagens para fazer face às sucessivas interrupções e danos para as aprendizagens dos alunos resultantes da pandemia, a Câmara Municipal de Beja não tenha acautelado o cumprimento dos prazos das obras de remoção do fibrocimento (amianto), optando por realizar as obras no período de aulas (…)”.

O Sindicato acrescenta que pediu informação à entidade responsável pela obra, a Câmara Municipal de Beja, sobre “o modo como fora preparada a intervenção na escola e se estavam a ser tomadas as precauções previstas na legislação”.

Ainda segundo o SPZS, “pode dizer-se que a culpa foi do mau tempo, mas essa seria, apenas, desculpa de mau pagador, pois a (i)rresponsabilidade pela situação que se está a viver na Escola Básica Mário Beirão, em Beja, é de quem não trabalhou para que as obras de remoção do amianto decorressem quando deveriam: no período de férias dos alunos, pois ainda que não se tivesse abatido um temporal sobre Beja, a situação já era gravíssima para saúde pública. Gostem ou não, os culpados pela situação que se está a viver são os responsáveis autárquicos que governam a cidade de Beja”.