A partir de hoje, dia 16, os guardas prisionais do Estabelecimento Prisional de Beja avançam para uma greve total, que se prolonga até 31 de janeiro, em protesto contra a constante falta de segurança na cadeia.
Durante o período de paralisação, apenas os serviços mínimos funcionarão, garantindo aos reclusos alimentação, cuidados de saúde e higiene, enquanto permanecem fechados nas celas cerca de 22 horas por dia e a maioria das atividades internas fica suspensa.
Esta greve sucede a uma paralisação em outubro, que foi temporariamente suspensa para negociações com a tutela. Sem respostas consideradas satisfatórias, os guardas alertam agora para riscos graves à segurança dentro da prisão, aumentando a pressão sobre o Governo e a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.