As últimas previsões agrícolas do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativas à azeitona apontam para “produtividades inferiores às da campanha anterior”.
“As condições meteorológicas adversas registadas ao longo do ciclo, nomeadamente temperaturas elevadas durante o período de floração e vingamento, bem como episódios de precipitação e vento forte em fases críticas, condicionaram a frutificação e limitaram os rendimentos”, explica o INE.
No Alentejo, principal região produtora, segundo a mesma fonte, “a redução das produtividades face a 2024, sobretudo nos olivais intensivos e em sebe, foi parcialmente atenuada pela entrada em produção de novas áreas”.
Globalmente, prevê-se que a produção alcance cerca de 1,05 milhões de toneladas, o que corresponde a uma redução de 20% face a 2024 e a um valor ligeiramente abaixo da média do último quinquénio (-2%).
O INE prevê a produção de “azeites de qualidade”.