Soco violento em pleno jogo abala futebol distrital: Militar da GNR agride adversário

Soco violento em pleno jogo abala futebol distrital: Militar da GNR agride adversário

Um jogador do Barrancos Futebol Clube, Avelino Galvão, de 28 anos, militar da Guarda Nacional Republicana, é acusado de ter agredido violentamente um adversário durante um encontro da 2.ª divisão da Associação de Futebol de Beja.

O incidente ocorreu aos 29 minutos da partida realizada no passado sábado, 21 de fevereiro, em Barrancos, frente ao Louredense Futebol Clube, equipa da freguesia de Santa Clara do Louredo, concelho de Beja. De acordo com relatos recolhidos pela Rádio Pax junto de fontes presentes no jogo, o ambiente em campo já se encontrava tenso, na sequência de várias quezílias e trocas de palavras entre jogadores das duas equipas.

Terá sido nesse contexto que Avelino Galvão desferiu um soco em Tomás Amaro, atleta do Louredense, de 23 anos. O golpe atingiu a zona do queixo, provocando um rasgão profundo e hemorragia imediata. A vítima caiu no relvado, necessitando de assistência.

Segundo testemunhas, a agressão não terá terminado com a queda do jogador. Alegadamente, o atleta do Barrancos, e militar da GNR em Lisboa, continuou a desferir murros mesmo depois do adversário se encontrar no chão, situação que terá gerado momentos de grande tensão entre jogadores, equipas técnicas e adeptos presentes.

Tomás Amaro recebeu assistência médica e o caso motivou uma reação formal por parte do Louredense Futebol Clube. A direção do clube já participou a ocorrência às autoridades competentes e aguarda agora uma posição da Associação de Futebol de Beja, esperando a instauração de um processo disciplinar e a aplicação de eventuais sanções.

Até ao momento, não é conhecida qualquer reação pública por parte do Barrancos Futebol Clube ou do jogador envolvido.

O episódio reacende o debate sobre a violência no desporto, particularmente nos escalões distritais, onde a proximidade entre atletas, clubes e comunidades torna estes casos ainda mais sensíveis. Para muitos dirigentes e adeptos, situações como esta prejudicam a imagem do futebol regional, que deveria ser pautado pelos valores do respeito, espírito desportivo e convivência saudável.

Aguardam-se agora desenvolvimentos oficiais por parte das entidades competentes.

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