Os sucessivos encerramentos do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Hospital de São Paulo, em Serpa, gerido pela Santa Casa da Misericórdia, levaram o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda (BE) a dirigir várias questões ao Governo.
O BE quer saber se o Ministério da Saúde tem conhecimento dos sucessivos encerramentos do SAP e que acompanhamento tem sido feito desta situação pela Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).
Por outro lado, pretende apurar se existe contrato, protocolo ou acordo de cooperação entre o Estado, o SNS ou a ULSBA e a Santa Cada da Misericórdia de Serpa para a prestação do serviço de atendimento permanente.
“Que medidas de contingência estão definidas para garantir o acesso a cuidados não programados à população da margem esquerda do Guadiana nos períodos em que o SAP de Serpa e o atendimento do Centro de Saúde de Moura se encontram simultaneamente encerrados” é outra das questões colocadas.
Entre outras matérias, o Bloco pergunta se o Ministério da Saúde pondera ou está disponível para avaliar, a integração do Hospital de São Paulo na esfera do Serviço Nacional de Saúde, “como forma de assegurar a estabilidade e a universalidade da resposta de saúde na margem esquerda do Guadiana”.