O Alentejo foi uma das regiões onde o desemprego mais aumentou em julho, contrariando a tendência nacional de descida anual. Segundo os dados do Instituto do Emprego e Formação Profissional, o desemprego registado na região cresceu 2,9% face a junho, uma das maiores subidas do país.
A nível nacional, estavam inscritos nos centros de emprego 269.100 desempregados no final de julho. São menos 23.725 pessoas do que há um ano, uma redução de 8,1%.
Mas, em relação a junho, o cenário mudou: houve mais 4.583 inscritos, interrompendo cinco meses consecutivos de descida.
Apesar do aumento mensal no Alentejo, todas as regiões registaram menos desemprego em termos homólogos. A maior redução ocorreu no Norte, com menos 13%.
Entre os grupos profissionais, destacam-se as descidas entre trabalhadores da agricultura, pesca e floresta, com uma quebra de 20,6%, e nos setores da indústria, construção, serviços e área administrativa.
No final de julho estavam ainda disponíveis 18.739 ofertas de emprego nos serviços de emprego de todo o país, mais 4,1% do que no mês anterior.