Há histórias em Moura que estão à vista de todos, mas que podem passar despercebidas. Estão nas igrejas, nas fachadas das casas e nos azulejos que há séculos fazem parte da imagem da cidade. Esta quinta-feira, há um convite para olhar para este património com outros olhos.
“Caminhos do Azulejo” é o tema da próxima edição das “Ruas que falam”, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Moura.
O encontro está marcado para amanhã, dia 17 de setembro, às seis da tarde, em frente aos Paços do Concelho.
A partir daí começa uma viagem pelas ruas de Moura e por vários séculos de história.
O percurso vai dar a conhecer a riqueza da arte azulejar existente na cidade, com exemplos que vão do século XVI ao século XX.
Azulejos que estão presentes em igrejas e nas fachadas de várias casas e que ajudam a contar diferentes épocas da história de Moura.
Mas há mais para descobrir.
As “Ruas que falam” procuram também explicar porque é que as ruas têm os nomes que conhecemos hoje.
Quem foram as pessoas que lhes deram nome? Que acontecimentos estão por detrás dessas designações? E que histórias e curiosidades se escondem em locais por onde muitos passam todos os dias?
São algumas das respostas que vão ser dadas durante o percurso.
Esta quinta-feira, a proposta é simples: caminhar por Moura, levantar os olhos e descobrir as histórias que as ruas e os azulejos ainda têm para contar.