O espaço já existente desde a década de 80 foi recuperado num investimento aproximado de 375 mil euros, com o financiamento do PRODER em cerca de 120 mil euros e a maior fatia suportada pela autarquia de Almodôvar.
As mais de 3 mil peças expostas mostram as vivências em Santa Clara-a-Nova e no seu território desde o século IV a.C. até meados do século passado. Com a nova museografia, a autarquia pretendeu captar novos públicos e através de uma linguagem estética atractiva ser um marco diferenciador na museologia regional.
No Museu está presente uma exposição arqueológica alusiva ao sítio arqueológico de Mesas do Castelinho, uma vertente etnográfica com os trabalhos agrícolas, actividades da aldeia e uma casa alentejana, que se apresenta como a grande referência do Museu.
António Bota, presidente da Câmara Municipal de Almodôvar, sublinha que o Museu contempla o saber e a história sendo uma mais-valia a nível cultural com todas as peças tratadas e expostas num espaço “o mais moderno possível à altura dos grandes museus da Europa”.