Num documento enviado ao Director de Serviços da Região Alentejo da DGEstE, com cópia para o Ministro da Educação e Ciência, os pais justificam a necessidade de colocar em funcionamento a sala encerrada no início deste ano lectivo.
De acordo com os encarregados de educação, as três salas em funcionamento ultrapassam o limite legal de 25 alunos por turma, havendo numa delas 2 alunos com necessidades educativas especiais.
No Centro Escolar estão colocadas 4 educadoras, “não se justificando a existência de uma sala fechada enquanto as restantes três estão superlotadas, o que é particularmente inadequado neste nível etário e nesta fase de desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças”, sublinha Alberto Matos, 1º subscritor do documento enviado à DGEstE e ao Ministério, pai de duas crianças que frequentam o Jardim de Infância.
De acordo com os pais, a DGEstE não autorizou a abertura da sala e remeteu para a direcção da Escola a responsabilidade pelo excesso de alunos por sala. O problema já foi também apresentado aos diferentes Grupos Parlamentares. Alberto Matos espera que o próximo Governo resolva este problema.