Segundo o ministro da Saúde, dos 73 novos médicos à beira de entrarem em funções, apenas 4 rumam ao Alentejo.
Na visita a Beja, esta semana, o governante adiantou ainda que até final do ano mais 500 mil portugueses vão ter médico de família.
Apesar de Adalberto Campos Fernandes traçar “uma perspectiva muito positiva” para os próximos três anos, o ministro considera que a deslocação de médicos para o interior é um problema que acontece em toda a Europa.
Sobre os incentivos à fixação de profissionais de saúde, o ministro diz que é preciso mais do que contrapartidas financeiras. “O desafio que se coloca ao Alentejo é ser capaz de ter Centros de Competência, que sejam muito bons nalgumas áreas, competitivos e diferenciadores face a outras regiões do país”, disse o governante.