A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) lamenta que o Plano Estratégico de Segurança Rodoviária, em vigor até 2020, tenha ficado “muito aquém dos objectivos previstos”.
José Alho, Presidente da Assembleia Geral da ASPIG, em declarações à Rádio Pax, diz que “o país perde, economicamente, o investimento que faz nas pessoas que perdem a vida nas estradas”.
O Presidente afirma, ainda “que ninguém se preocupa com a Segurança Rodoviária”.
Na nota enviada às redacções, a Associação afirma que “os números da sinistralidade, mostram que tanto a ‘ambição’ dos Governos como a aplicação das medidas previstas no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária não passaram, praticamente, do papel”.
“A ASPIG diz não poder “aceitar a falta de vontade política, por parte dos governos, para cumprir o Plano Estratégico de Segurança Rodoviária quando essa ausência de vontade se traduz em mortos e feridos nas estradas de Portugal”.