Esta foi uma das conclusões saídas do colóquio promovido ontem pela Assembleia Distrital de Beja, proprietária do Museu.
Nos trabalhos participaram vários especialistas como Ana Paula Amendoeira, presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOMOS (InternationalCouncilofMonumentsand Sites); João Neto, Presidente da Associação Portuguesa de Museologia; José Alberto Ribeiro, presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM (International Councilof Museums); José António Falcão, director do Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja e Manuel Bairrão Oleiro, director do Departamento de Museus, Conservação e Credenciação.
A Assembleia Distrital de Beja tem 3 meses para encontrar uma solução para o Museu e para os seus trabalhadores. A transferência do Museu para a CIMBAL, para a Câmara de Beja ou para o Estado são os 3 cenários previstos na Lei.
Santiago Macias, presidente da Assembleia Distrital de Beja, continua a considerar que a transferência do Museu e dos trabalhadores para a CIMBAL é a melhor solução, num primeiro momento. Posteriormente aquele equipamento e os seus funcionários poderão ser integrados na Câmara de Beja.
A maioria dos membros da Assembleia Distrital não participou na iniciativa. Estiveram presentes os presidentes das Câmaras de Moura e Serpa, a vereadora da Cultura da Câmara de Beja e o presidente da Assembleia Municipal de Vidigueira.