ANAFRE espera que 2023 traga acesso a fundos comunitários

A delegação distrital de Beja da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) considera que 2023 “não se adivinha fácil para as freguesias”, dado o agravamento dos custos com recursos humanos, combustíveis e energia.

Vítor Besugo, presidente da delegação distrital de Beja da ANAFRE, espera que este ano fique marcado pelo avanço do processo de desagregação das freguesias.

Por outro lado, considera que será importante a entrada em vigor da permissão de acesso das freguesias a fundos comunitários no quadro do Portugal 2030. 

Vítor Besugo espera ainda que as freguesias sejam ressarcidas, em 2023, das despesas com a pandemia Covid-19.