Em comunicado, a Associação realça que o atraso “tem permitido, desde 2010, a manutenção de um ‘erro histórico’, que tem marcado os sucessivos Governos, que foi a extinção da Brigada de Trânsito e a substituição de cinco Brigadas Territoriais, com um importante grau de comando, por 18 Comandos Territoriais, no continente, de Comando de Coronel, que absorvem uma panóplia de valências e oficiais superiores, nunca dantes visto”.
A ASPIG, espera que “a nova Lei Orgânica que há muito se aguardada vise a defesa da segurança das pessoas e bens ao invés de interesses corporativos, nomeadamente no que concerne à criação de lugares para comando e chefia”.