A ideia foi deixada por Luís Vasconcellos e Souza, presidente da ANPROMIS- Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo, no final do 7º Colóquio Nacional do Milho, realizado em Beja.
O presidente da ANPROMIS frisou que “Beja passa a ser um pólo importante de uma cultura regada”, o milho. Em seu entender os produtores estão motivados e existe mercado para a produção. Luís Vasconcellos e Souza pensa que o preço da água é um “problema para discutir” pois é “difícil produzir milho” com os preços da água previstos para o futuro.
Francisco Gomes da Silva, secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, defendeu, no discurso de encerramento, a necessidade de reflexão, com as Associações, sobre a Lei-quadro da Água em resultado da nova realidade do regadio de Alqueva. Em seu entender não há razões, para já, para preocupação com os actuais preços praticados em Alqueva.
João Machado, presidente da CAP Confederação dos Agricultores de Portugal, disse que a agricultura no país fez um caminho “contrário” ao de toda a actividade económica pois produziu mais, aumentou o emprego e conheceu um crescimento das exportações e dos investimentos.