O CEBAL – Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Alentejo, anuncia que “reforça o seu papel estratégico na promoção da inovação, sustentabilidade e transferência de conhecimento e tecnologia para o setor agroalimentar e ambiental”.
O Centro revela que no ano 2024/2025 foram submetidos 19 projetos, com um envelope financeiro de 3,6 milhões de euros, dos quais 8 já foram aprovados.
“Estes resultados refletem uma dinâmica notável na captação de recursos para a inovação, sustentabilidade e valorização do território”, diz o CEBAL.
Ao nível de projetos aprovados, o Centro destaca a estratégia para Investigação, Transferência e Ação Sustentável (CITAS) através do Programa de Reforço da Investigação e Transferência de Conhecimento para o Desenvolvimento Sustentável, cofinanciado pelo Programa Regional Alentejo 2030, no valor de cerca de 629 mil euros.
Este projeto visa o reforço da equipa do CEBAL, através da contratação de 8 profissionais altamente qualificados.
Outro marco relevante é a aprovação do projeto BIOALENTEC – Transferência de Conhecimento e Tecnologia para uma Bioeconomia Sustentável, Circular e Resiliente no Alentejo, com orçamento elegível de cerca de 298 mil euros.
Na área da literacia científica, o CEBAL anuncia um “projeto pioneiro”, com o nome “Sê Ciência – Literacia e Educação com Jovens em Ação”, aprovado no âmbito do Programa Regional Alentejo 2030 – Parcerias para a Inovação Social – e apoiado por 11 investidores sociais, no montante de cerca de 329 mil euros.
Além destes, o CEBAL viu aprovados mais cinco projetos estratégicos em colaboração com parceiros regionais e nacionais, abrangendo áreas como a coesão territorial e social; a investigação aplicada à sustentabilidade agrícola no olival e à conservação do ecossistema do Montado; e a promoção da bioeconomia e transferência de inovação para as regiões do interior de Portugal.
O CEBAL afirma-se como “um agente central no desenvolvimento do Alentejo, promovendo projetos que potenciam o conhecimento, a inovação e a sustentabilidade, contribuindo decisivamente para uma economia regional e nacional mais forte, coesa e inclusiva”.