DORBE do PCP diz que Orçamento para 2016 não representa “inversão” para o distrito

Contudo, “não uma inversão de política no que toca ao investimento nas infra-estruturas que o distrito de Beja necessita”.

Em matéria de acessibilidades, o PCP exige a construção do IP8, a electrificação da ferrovia e o aproveitamento do aeroporto de Beja.

Sobre o projecto de Alqueva, o Partido Comunista “considera indispensável que se mobilizem os recursos financeiros para assegurar o alargamento das áreas regadas”.

Na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo há, segundo os comunistas, “um aumento global de 1,52% da despesa, parco relativamente às necessidades de reforço dos serviços”.

Para o Instituto Politécnico de Beja o Orçamento de Estado “não expressa a mudança de paradigma relativamente ao ensino politécnico que se impõe”.

O Partido Comunista considera ainda necessário reverter o hospital de S. Paulo, em Serpa, para o Ministério da Saúde; garantir o acesso à justiça, comprometido com a reorganização judiciária do anterior governo; e restituir as freguesias agregadas às populações.

João Ramos, deputado do PCP eleito por Beja disse ontem, em conferência de imprensa sobre o Orçamento, que no decorrer da discussão na especialidade apresentará propostas para melhorar o documento.

O PCP não se sente limitado na apresentação de propostas devido ao acordo com o PS e à aprovação do Orçamento de Estado na generalidade, assegurou João Ramos.

O Partido Comunista garante que “continuará a intervir, para além do Orçamento do Estado, apresentando as suas propostas, no cumprimento do seu programa eleitoral”.