Os funcionários da Câmara de Aljustrel que trabalhavam nas imediações depararam-se com as portas do monumento abertas e alertaram as entidades competentes.
Numa nota envida às redacções, o Departamento do Património Histórico e Artístico da Diocese de Beja frisa que “desde que há registo de furtos, é a sexta vez que o edifício, classificado como Monumento de Interesse Público, mas em deficiente estado de conservação, sofre a investida dos ladrões”.
Para o Departamento a situação é “preocupante”. Além das perdas patrimoniais o furto está a “inquietar” a população, diz a mesma fonte.
José António Falcão, director do Departamento considera que “o futuro do monumento depende, agora, de uma acção concertada entre as autoridades locais, o Ministério da Cultura, a Paróquia e a Diocese para salvar o edifício”. Na opinião do mesmo responsável, “só a existência de uma estratégia para o acompanhamento e a visita das igrejas isoladas pode ajudar a reduzir estes atentados”.