O Festival Futurama- Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo está de regresso.
A iniciativa arranca esta sexta-feira e prolonga-se até 29 de novembro.
O Festival, nesta quarta edição, tem passagem assegurada pelos concelhos de Beja, Mértola e Alvito.
As artes visuais, performance, música e práticas colaborativas com a população local marcam a programação.
O Festival, segundo os promotores, revela “o resultado de meses de residências artísticas com artistas como Fidel Évora, Francisco Trêpa, Tiago Alexandre, David Infante e Sónia Baptista, desenvolvidas em escolas secundárias, universidades seniores e cursos profissionais da região”.
Hoje e amanhã o Festival instala-se em Beja.
A manhã desta sexta-feira é marcada por Brilha – Impressões e escultura sobre a nossa impressão digital, instalação de Fidel Évora com alunos da Escola Secundária Diogo de Gouveia. À tarde é inaugurada a exposição de Francisco Trêpa com os estudantes da Escola Mário Beirão, no Núcleo Visigótico.
Amanhã, às 16h00, a coreógrafa Sónia Baptista apresenta a performance “O Mistér(io) do Futebol”, criada com os jovens do Clube Desportivo de Beja.
Segue-se o concerto “Cantexto”, às 17h30, no Cine-Teatro Pax Julia, uma criação coletiva que junta seis grupos corais dos concelhos de Beja, Serpa, Cuba e Ferreira do Alentejo, interpretando textos de autores como Lídia Jorge, Kalaf Epalanga, Cláudia Lucas Chéu ou Miguel Castro Caldas, musicados por Ana Santos, Celina da Piedade e Paulo Ribeiro.
O Festival Futurama reafirma-se como “uma plataforma de criação e diálogo com o território, onde artistas e comunidades pensam em conjunto o futuro e o presente da expressão artística”.
Rita Fialho Valente, coordenadora artística do Festival, diz que as expetativas são grandes este ano. A iniciativa estreia-se em Alvito e quer alargar-se a mais localidades do Baixo Alentejo.