Alentejo, António Ceia da Silva, justificou o corte de verbas comunitárias com a falta de maturidade do projeto.
“A obra, de acordo com os estudos da IP, só estaria concluída em 2032 e isso significa que iríamos perder essa verba, ou seja, o Alentejo todo iria perder 60 milhões de euros”, disse o então o responsável.
Já o presidente da IP, Miguel Cruz, nesse mesmo dia na comissão parlamentar, explicou que, em setembro de 2025, aquando da candidatura do primeiro dos três troços da requalificação, entre Casa Branca, concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, e Vila Nova da Baronia, no concelho de Alvito, distrito de Beja, o projeto cumpria “o nível de maturidade estabelecido e exigido” pela CCDR.
Rádio Pax/Lusa