A produtividade dos olivais deverá decrescer 15%. De acordo com o Instituto, a floração “foi boa mas as condições meteorológicas adversas condicionaram o vingamento dos frutos, sendo a carga de azeitona inferior à da campanha passada, em especial nos olivais tradicionais”. As chuvas de Outubro promoveram o aumento do calibre da azeitona nos olivais tradicionais de sequeiro, embora tenham atrasado o estado de maturação.
O INE estima “menos vinho mas de qualidade”. A vindima decorreu sem problemas. As condições climatéricas menos favoráveis justificam a quebra na produção em 20% face à campanha anterior. Os teores de açúcar foram aumentando ao longo da vindima, antevendo-se uma boa qualidade dos vinhos produzidos.
Os prados, pastagens e culturas forrageiras reiniciam um novo clico. O INE realça que “a ocorrência das primeiras chuvas outonais, em conjugação com as temperaturas amenas, criou as condições ideais para a germinação e crescimento” dos prados.
No entanto, ainda não é possível suprir as necessidades forrageiras dos efectivos pecuários em regime extensivo com o recurso exclusivo a estas áreas. Os produtores continuam a alimentar os animais com palhas e rações.