O imposto vai descer dos 23% para a taxa intermédia de 13%. No entanto, nas bebidas, apenas a água e o café estão sujeitos a este ajuste. Vinhos, sumos e águas com gás mantêm o IVA na taxa máxima.
A alteração não deve ter reflexos nos preços praticados aos consumidores.
O PCP de Beja considera a alteração como “uma vitória dos micro e pequenos empresários da restauração” numa “luta que também teve expressão no distrito”.
Numa nota enviada às redacções, o Partido Comunista refere que “o IVA a 23% foi uma medida claramente injusta, contra a competitividade turística, contra as empresas da restauração, provocando falências e desemprego”.
José Maria Pós-de-Mina, da DORBE de PCP, realça que a descida do IVA era uma medida que se impunha.