A Olivum – Associação de Olivicultores e Lagares de Portugal reviu em baixa as previsões para a campanha olivícola nacional, antecipando agora uma quebra de produção de cerca de 20% face ao ano passado.
Duas semanas após estimar uma descida de 10%, os primeiros dias de colheita confirmam que a produção está muito aquém das expectativas, devido ao calor extremo e à falta de chuva nos últimos quatro meses.
Segundo explicações da Olivum, a seca e as temperaturas elevadas durante a maturação provocaram a desidratação do fruto, afetando o rendimento das oliveiras. Mesmo nos olivais com rega, a escassez de água está a causar perdas significativas.
A associação refere ainda que vai continuar a acompanhar a evolução da colheita e a atualizar os dados junto dos produtores e lagares.