“Sem acessibilidades o aeroporto de Beja não consegue funcionar”

A ligação do Aeroporto de Beja à Linha Ferroviária do Alentejo, a necessidade da conclusão do IP8, com a ligação à rotunda já existente no Aeroporto e a inclusão do troço da A26 como parte integrante do IP8 foram matérias abordadas na reunião que juntou a Plataforma Alentejo e a Administração do Aeroporto de Beja/ANA Aeroportos de Portugal.

A questão da rede de frio para o sector agro-alimentar; a importância da agregação ao Aeroporto de uma Plataforma Logística e o desenvolvimento da Indústria Agro-alimentar dispondo o Aeroporto de uma área de 80 hectares para esse efeito bem como o aproveitamento do canal e das obras do IP8 para a implantação do gasoduto entre Sines e o Aeroporto, estiveram em cima da mesa.

Claudino Matos, do Secretariado da “Plataforma Alentejo”, sublinha que deste encontro conclui-se que “sem acessibilidades o aeroporto de Beja não consegue funcionar”.

De acordo com a Plataforma, “da troca de opiniões resultou claro que o Aeroporto de Beja está apto a receber no imediato 1 milhão e 500 mil passageiros por ano, que reúne condições excepcionais para o tráfego aéreo e tem todas as condições para a sua ampliação de acordo com eventuais necessidades futuras cabendo aos decisores políticos a clarificação do que se pretende realmente do Aeroporto de Beja e sobre a utilização militar da BA11”.