A EDIA reforça a sua presença internacional na FITUR 2026, uma das maiores feiras de turismo do mundo. O evento decorre a partir de hoje, dia 21, até 25 de janeiro, em Madrid, no recinto da IFEMA.
Integrada no Pavilhão de Portugal, a participação da EDIA tem como objetivo promover três importantes ativos turísticos do território do Alqueva: o Centro Alqueva, o Museu da Luz e o Parque de Natureza de Noudar.
Segundo a EDIA, a presença nesta Feira Internacional de Turismo é vista como uma oportunidade estratégica para dar maior visibilidade internacional a estes projetos, valorizando os recursos culturais, ambientais e patrimoniais associados ao Alqueva.
Ao longo do certame, a EDIA pretende ainda estabelecer contactos com operadores turísticos, entidades públicas e privadas e potenciais parceiros internacionais, criando sinergias e reforçando o reconhecimento global dos seus projetos turísticos.
Com esta aposta, o Alqueva afirma-se cada vez mais como um destino de referência, onde a natureza, a cultura e o património caminham lado a lado no mapa do turismo internacional.
Nota: Informação sobre os três ativos turísticos do território do Alqueva:
Centro Alqueva – o novo espaço interpretativo, localizado junto à barragem de Alqueva, concebido para dar a conhecer a dimensão, a complexidade técnica e a importância estratégica do sistema de Alqueva para o território, articulando conhecimento científico com experiências que reforçar a identidade do projeto.
Museu da Luz – um espaço interpretativo singular que documenta as alterações territoriais, sociais e culturais resultantes da construção da barragem e da submersão da antiga aldeia da Luz. Inserido entre a aldeia e as margens do lago de Alqueva, o Museu aborda temas como identidade local, memória comunitária e a transformação da paisagem, complementados com exposições temporárias e atividades educativas.
Parque de Natureza de Noudar – um projeto de conservação da natureza, cuja criação visou compensar a perda de habitats naturais decorrente da implementação do sistema de Alqueva. Nos seus cerca de mil hectares de montado de azinho, o Parque integra práticas de gestão agroflorestal sustentável, produção biológica, monitorização da biodiversidade e interpretação do património natural e cultural, oferecendo um espaço de alojamento e experiências de contacto com a natureza.