A lista de espera para a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados no Alentejo diminuiu no final do primeiro semestre deste ano. No final de junho, estavam 131 utentes à espera de vaga, menos 62 do que no final de maio, o que representa uma redução de cerca de 32 por cento.
Os dados do Serviço Nacional de Saúde mostram também uma melhoria em comparação com o mesmo período do ano passado. Em junho de 2025, havia 147 utentes em lista de espera, mais 16 do que este ano.
Apesar da descida global, as Unidades de Longa Duração e Manutenção continuam a concentrar o maior número de pessoas à espera de vaga, com 46 utentes. Seguem-se as Unidades de Média Duração e Reabilitação, com 42, e as Unidades de Convalescença, com 38.
A principal exceção à tendência de descida verifica-se precisamente nas Unidades de Média Duração e Reabilitação, onde a lista de espera aumentou face a maio e duplicou em relação a junho do ano passado.
Já as Unidades de Convalescença registaram a maior melhoria no último mês, passando de 71 para 38 utentes em espera.
Depois de ter atingido um pico de 210 utentes em abril, a lista de espera tem vindo a diminuir de forma consecutiva, embora a maior pressão continue concentrada nas respostas de internamento da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.