AMAlentejo, movimento cívico criado em 2015, quer “retomar os caminhos que garantam a criação do terceiro pilar do Poder Local Democrático: as Regiões Administrativas”.
Para o movimento, a Regionalização “afigura-se cada vez mais importante num tempo em que é cada vez mais visível a necessidade de dotar o país dos instrumentos e das políticas necessárias ao desenvolvimento regional e à coesão territorial que o centralismo existente já há muito provou ser incapaz de garantir”.
Num momento em que a Assembleia da República voltou a ser chamada a discutir a criação das Regiões Administrativas, AMAlentejo expressa, em comunicado enviado à Rádio Pax, “o seu apoio a tal iniciativa e lamenta que vários partidos políticos se tenham contra ela pronunciado”.
A Comissão Dinamizadora do movimento “acompanha todos quantos entendem que é tempo de voltar a falar a sério e com responsabilidade sobre a regionalização”.
No ano em que se comemoram os 50 anos da aprovação pela Assembleia Constituinte da Constituição da República Portuguesa e do Poder Local Democrático, a Comissão Dinamizadora de AMAlentejo “continua a entender que é fundamental o empenho de todos os alentejanos num debate sério e esclarecedor sobre as vantagens da Regionalização para o Alentejo, para o seu desenvolvimento económico e social e para a coesão entre as suas sub-regiões”.
O movimento vai propor a realização de encontros e debates em todas as sub-regiões do Alentejo, “capazes de desmontarem os argumentos de quem não quer a regionalização e de defender propostas potenciadoras das nossas riquezas culturais, paisagísticas, económicas e estratégicas”.








