Vito Carioca referiu, no seu discurso, que a “captação de alunos é essencial para cumprir as metas em 2017”. O mesmo responsável disse saber que a “capacidade de cativar novos alunos” advém da “qualidade e do caracter inovador das ofertas formativas”. Para o presidente do Instituto, escolher Beja para estudar é “uma decisão que demonstra coragem e resistência quando existem outras possibilidades e outras ofertas de ensino superior melhor posicionadas em termos de território e mais atractivas para os candidatos”. Vito Carioca explicou que são “mais atractivas” pois estão “mais perto da capital, com melhores acessibilidades, maior oferta cultural, programas cujo target são os jovens, mais facilidade de encontrar residência para alugar e maior densidade comercial”. Desta forma, o mesmo responsável considera que a “atracção de novos alunos” deve ser também uma “preocupação partilhada pela autarquia”.
O presidente do IPBeja afirmou ainda que o Instituto quer “continuar a estar em Beja onde representa anualmente cerca de 47 milhões de euros de injecção directa para a economia”, quer “continuar a ser cerca de 10% da população residente do concelho” e “estabilizar a oferta formativa em torno dos clusters estruturantes da região”. Continuar a ser “o terceiro maior empregador do concelho e a garantir a renovação da qualificação profissional da esmagadora maioria dos quadros técnico dos Baixo Alentejo e Alentejo Litoral” e “garantir a única oferta pública de formação superior do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral” são outras das metas que Vito Carioca quer continuar a cumprir.
O mesmo responsável frisou ainda que os próximos 4 anos “não serão fáceis” e que o “grande desafio” será “transformar as ameaças em oportunidades”.