A paralisação dos enfermeiros do sector público pretende, segundo o SEP, contestar o aumento dos horários de trabalho, de 35 para 40 horas semanais, e lutar pelo ajuste das desigualdades salariais.
Edgar Santos, coordenador do SEP em Beja, refere que esta greve é também uma “resposta” ao Ministério da Saúde que, depois da entrega de um caderno reivindicativo pelo Sindicato, se comprometeu a agendar uma reunião até dia 25 de Junho. Segundo o sindicalista a reunião não se realizou. Edgar Santos diz que “não se pode aguardar mais” e que se “devem encetar lutas”.
De acordo com o SEP, no Hospital de Beja a adesão à greve no turno da noite foi de 60,6%. No turmo da manhã 44% dos enfermeiros aderiram à paralisação.