José António Falcão, director geral do Festival, diz que a iniciativa “tem vindo a afirmar-se num panorama que não é muito fácil” uma vez que “não existe, neste momento, grande abertura por parte do Estado em relação à verdadeira cultura musical”. O mesmo responsável acrescenta que se trata de um “Festival de resistência”.
“Do ponto de vista da qualidade e da adesão do público, 2013 é um grande ano” para o Festival, frisa José António Falcão. O saldo é, em seu entender, “francamente positivo” pois despertou “grande entusiasmo”.