O artista plástico é natural de Aljustrel. As suas obras encontram-se em colecções particulares nos Estados Unidos, Bélgica, França, Inglaterra, Canadá e Austrália. Carlos António começou por frequentar desde a sua génese, em 1989, os ateliers de pintura do Núcleo de Artes Visuais de Aljustrel (NAVA), do qual é hoje o coordenador.
De acordo com a Câmara de Aljustrel em “Quietude” o artista reflecte o quotidiano que se descobre “numa nova dimensão”. O mesmo quadro proporciona “dois sentimentos possíveis, um, o de nos confrontarmos com o sentido escrito do autor, aquilo que ele deseja nos transmitir, o outro, o de nos serem despertos novos sentidos, tal como uma raiz que se multiplica”, acrescenta a mesma fonte.
A exposição, que conta com a colaboração do Município de Beja/Galeria dos Escudeiros, vai estar patente ao público até ao dia 2 de Novembro.