De acordo com o Centro, trata-se de “uma prática corrente e silenciosa que afecta todos os anos centenas de animais domésticos e selvagens, muitos destes pertencentes
a espécies ameaçadas”.
Esta iniciativa enquadra-se no projecto europeu “Inovação Contra Envenenamentos” e prevê a realização de 14 prospecções da área por uma equipa canina europeia
especialista na detecção de iscos envenenados, a implementação de acções de sensibilização e educação ambiental para mais de 750 crianças e jovens da região e formação técnica especializada a agentes de ambiente das autoridades competentes.