As palavras são de Rui Marreiros, director delegado da EMAS. Segundo o mesmo responsável, no comércio local os fornecimentos até 150 euros estão a ser pagos “a pronto”, e em valores superiores são pagos a 30 dias. Rui Marreiros referiu que os grandes investimentos e as empreitadas estão a ser pagas a 60 ou 90 dias, conforme o que é estipulado.
O mesmo responsável explicou que a EMAS faz parte do grupo de empresas municipais do País que “está livre” de restrições da Inspecção Geral das Finanças e de outros organismos por não ter “qualquer pagamento em atraso”. Rui Marreiros garantiu que foi a “robustez financeira” que permitiu fechar o ano com um volume de investimentos de cerca de 5 milhões de euros.
Rui Marreiros estima que, todos os meses,180 a 200 mil euros de pagamentos são feitos a fornecedores locais. Desta forma, “quer o volume de negócios, quer os prazos de pagamento e a rapidez com que se pagam esses fornecimentos constituiu um apoio muito grande [aos fornecedores locais] e um volte face a uma situação que se registou há 4 anos onde era muito difícil comprar no comércio local”.
Rui Marreiros abandona as suas funções na EMAS a partir de dia 17.