A APG lembra que “a Câmara Municipal de Serpa disponibilizou inicialmente um terreno para construção e posteriormente uma Escola desactivada para deslocação do Posto” e acrescenta que a tutela, “ao invés de assumir a sua responsabilidade na construção de um novo Posto ou nas obras de adaptação das instalações disponibilizadas pela autarquia, decidiu não fazê-lo”.
A APG/GNR “repudia em absoluto o eventual encerramento do Posto de Serpa”. A Associação considera que “deixar o policiamento de uma cidade a cargo de postos a cerca de 30 Km de distância é não ter em consideração a importância da segurança pública do concelho de Serpa, é desrespeitar os contribuintes do Baixo Alentejo e os profissionais que serão (…) transferidos para postos limítrofes”.
António Barreira, coordenador da Delegação Sul da APG, “exige” que a tutela assuma as suas responsabilidades.