A operação dá “especial atenção ao cumprimento das regras de trânsito, à condução sob a influência de álcool e de substâncias psicotrópicas, ao controlo de velocidade, à não utilização do cinto de segurança e sistemas de retenção, à utilização indevida de telemóveis e à falta de habilitação legal para conduzir”, refere a GNR. Desta forma a Guarda pretende “combater a sinistralidade rodoviária, regular o trânsito e garantir o apoio a todos os utentes das vias”.
Até ao final da operação estão empenhados, diariamente, 1273 militares da Unidade Nacional de Trânsito e dos comandos territoriais, os quais vão realizar uma média diária de 609 acções preventivas de apoio aos utentes das vias.