Assunção Cristas assegurou, ontem, em Beja, que o Estado está “atento e a fiscalizar” o que se está a passar nos olivais. A prová-lo estão as detenções feitas pelas autoridades nas últimas semanas. O Governo quer para a agricultura “a criação de bom emprego, com boa remuneração (…)”, disse a Ministra. Assunção Cristas espera que os casos que têm vindo a público sirvam como “exemplo daquilo que não se pode fazer”.
A nova Política Agrícola Comum (PAC) foi aprovada no Parlamento Europeu. Portugal perde 500 milhões de euros. Até 2020, o país vai receber 8 mil e 100 milhões de euros.
O apoio ao sistema de regadio, essencial para o financiamento do Alqueva, foi assegurado.
A Ministra recordou que o Orçamento da PAC “encolheu” pela primeira vez na História da Europa. Em seu entender “Portugal conseguiu ficar mais bem posicionado, relativamente aos outros países, quer nas ajudas directas do primeiro pilar quer no desenvolvimento rural no segundo pilar”. O corte que Portugal sofre é “inferior” ao de outros Estados membros e isso é “positivo” nas palavras de Assunção Cristas
A governante frisou que o país está, neste momento, com uma “belíssima execução” dos fundos do PRODER- Programa de Desenvolvimento Rural.
A Ministra falava à margem da inauguração da exposição “Arte numa perspectiva diferente”. Assunção Cristas inaugurou a mostra de trabalhos efectuados por seis utentes do Centro de Paralisia Cerebral de Beja. A exposição é promovida pela EDIA Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva e pelo Centro de Paralisia Cerebral de Beja e está patente na Galeria da empresa que gere Alqueva.