A votação final contou com os votos contra do PS, PCP, BE e PEV, e do deputado do CDS-PP, Rui Barreto (eleito pela Madeira).
Mário Simões, deputado do PSD eleito por Beja, considera que este documento é “fundamental para a vida futura”. Na opinião do parlamentar o Orçamento “vai determinar a saída da troika de Portugal e permitir que o País volte a ter a sua soberania financeira e a sua independência económica”. Mário Simões diz que a execução do Orçamento vai ser “muito apertada” mas que existem “condições para atingir as metas” e para que, a partir do verão, Portugal “volte a readquirir alguma das suas competências mais importantes enquanto Estado soberano”.
João Ramos, deputado do PCP eleito por Beja, considera que este Orçamento não distribui as dificuldades “equitativamente”. O parlamentar afirma que “a maior parte das dificuldades cai em cima dos trabalhadores e pensionistas ( ) enquanto sectores como a energia ou a banca são chamados a dar um contributo pequeno tendo em conta os seus lucros e capacidade financeira”.
Para o deputado do PS eleito por Beja este é “um orçamento de continuação do que tem ocorrido nos anos anteriores” e prossegue uma política de “empobrecimento e de definhamento da economia”. Luís Ameixa diz que este é o caminho “errado” que tem “colocado muitas pessoas, famílias e empresas à porta do desespero”.