De acordo com o documento os reformados querem “aumento do valor de todas as pensões de reforma (…), restituição dos subsídios de férias e de Natal retirados (…), alteração do indexante dos apoios sociais e a revisão do regime de acesso às prestações sociais não contributivas (…)”. Os idosos exigem ainda a “garantia a todas as pessoas de um médico e um enfermeiro de família, revogação do regime de taxas moderadoras(…) e a reposição da concessão de desconto de 50% para idosos em todos os tipos de transporte colectivos”.
Da Segurança Social ninguém esteve disponível para receber esta moção.
Lourdes Hespanhol, membro da direcção da Inter-Reformados, explicou que apesar de ninguém os ter recebido, os reformados não vão desistir. Segundo a mesma responsável ficou agendada uma reunião com a directora da Segurança Social. Lourdes Hespanhol considera que é “impossível continuar a viver nesta situação”. A mesma responsável referiu que Beja é um “distrito muito despovoado, com uma população muito idosa” onde a maioria das “pensões são provenientes da agricultura”. Para Lourdes Hespanhol esta situação “cria grandes problemas às pessoas e situações de grande precariedade”.
Esta acção inseriu-se no âmbito as Semana de Luta da Inter-Reformados e conta com a participação do MURPI (Movimento Unitário de Reformados, Pensionistas e Idosos), União dos Sindicatos do Distrito de Beja e CGTP-IN.