Na nota de impressa enviada, o PCP acusa o executivo central de “não olhar a meios para atingir os fins”. “O governo PSD/CDS procura agora atirar para cima das autarquias o ónus das suas decisões arbitrárias e contrárias aos interesses e direitos das populações” através de um “clima de pressão e chantagem” avança a DRA do PCP.
Em causa está, por exemplo, o encerramento de mais de 100 escolas do 1º ciclo na região. A DRA acusa o Governo de abrir “hipocritamente uma linha de diálogo e negociação com as autarquias”, de maneira a que sejam estas a assumir a responsabilidade pelo seu encerramento.
No rol de críticas, o PCP acusa ainda o PS de um “posicionamento demagógico e populista”, remetendo para os socialistas o “início do encerramento de serviços públicos, escolas, centros de saúde, maternidades e urgências hospitalares”.
Miguel Madeira, da DRA do PCP, acrescenta que, “à boleia da tese Menos Estado, Melhor Estado”, o Governo segue uma estratégia de privatizar os serviços rentáveis, encerrando os que não são.