Os médicos do distrito têm levado a cabo uma série de iniciativas com o objectivo de recolher pareceres sobre a influência da portaria nos cuidados de saúde da região. O Conselho Distrital já enviou ao bastonário da Ordem dos Médicos uma posição preliminar, à qual serão acrescentados os contributos destas reuniões.
A perda da maternidade do Hospital de Beja é uma das principais preocupações.
A Administração Regional de Saúde já fez saber que as três maternidades da região (Beja, Évora e Portalegre) vão continuar em funcionamento. Ainda assim o Conselho Distrital de Beja não está convencido. “Enquanto não for revogada, a portaria pode ser activada, se não for este ano, daqui a dois, três, quatro ou dez”, diz Pedro Vasconcelos, presidente do Conselho Distrital de Beja da Ordem dos Médicos.